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	<title>Blog do Raul</title>
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	<description>Blog do Raul Christiano</description>
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		<title>Brasil clama por obras !</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 20:47:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raul Christiano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O tema &#233; recorrente neste espa&#231;o, sobre a car&#234;ncia do pa&#237;s com a infraestrutura, especialmente de nossos portos e aeroportos. Esse grau de estrangulamento impede a recep&#231;&#227;o de navios de maior porte, enquanto os aeroportos sofrem congestionamentos de v&#244;os, agravado ainda pela falta de acessos por rodovias e ferrovias, a construir ou duplicar. Esse diagn&#243;stico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2"><img height="287" alt="" src="http://www.raul.blog.br/wp-content/files/Image/caminhos dos portos.jpg" width="270" align="left" border="2" />O tema &eacute; recorrente neste espa&ccedil;o, sobre a car&ecirc;ncia do pa&iacute;s com a infraestrutura, especialmente de nossos portos e aeroportos. Esse grau de estrangulamento impede a recep&ccedil;&atilde;o de navios de maior porte, enquanto os aeroportos sofrem congestionamentos de v&ocirc;os, agravado ainda pela falta de acessos por rodovias e ferrovias, a construir ou duplicar. </font><font face="Calibri" color="#000000" size="2">Esse diagn&oacute;stico n&atilde;o foi produzido pelos institutos de estudos de partidos de oposi&ccedil;&atilde;o, universidades ou organismos setoriais do mercado, mas pelo pr&oacute;prio Ipea (Instituto de Pesquisa Econ&ocirc;mico Aplicada), ligado &agrave; Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, que projeta a necessidade de investimentos da ordem de R$ 42,9 bilh&otilde;es apenas nos portos. O PAC (Programa de Acelera&ccedil;&atilde;o do Crescimento) estimou at&eacute; o final deste ano, cerca de R$ 9,8 bilh&otilde;es, correspondentes a 23% do que precisam as obras de infraestrutura.</font></p>
<p><span id="more-664"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2">O atual governo federal vem oferecendo uma resposta t&iacute;mida quando os setores produtivos, que geram empregos e aquecem a economia, pressionam para uma realidade que insere o pa&iacute;s no mapa do atraso. Esse cen&aacute;rio contrasta com os resultados positivos da produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola, por exemplo, que indicam crescimento superior a 100% em muitos casos e que podem gerar preju&iacute;zos s&eacute;rios devido &agrave; incapacidade competitiva para o seu escoamento internacional.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2">Desde a estabiliza&ccedil;&atilde;o da economia, iniciada nos governos Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso, o Brasil p&ocirc;de planejar o seu futuro de maneira segura e com perspectivas favor&aacute;veis nas mais variadas &aacute;reas. FHC come&ccedil;ou a reverter o d&eacute;ficit na infraestrutura com o Programa Avan&ccedil;a Brasil. Essas a&ccedil;&otilde;es estavam descontinuadas desde os anos 70, ainda durante os governos militares, quando o pa&iacute;s realizou obras vultosas, principalmente rodovias e hidrel&eacute;tricas, para a integra&ccedil;&atilde;o nacional, descuidando das pol&iacute;ticas sociais, educa&ccedil;&atilde;o e sa&uacute;de.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2">Lula da Silva tamb&eacute;m descontinuou o Avan&ccedil;a Brasil de FHC e n&atilde;o aproveitou as chances da economia interna e externa est&aacute;veis. Deixou para o quinto ano de seu governo o agrupamento de obras programadas para todo o pa&iacute;s, sob o guarda-chuva do PAC, que teve baixa execu&ccedil;&atilde;o, ora pela falta de projetos de munic&iacute;pios e estados, ora pelo elevado n&uacute;mero de contrata&ccedil;&otilde;es irregulares denunciadas pelo TCU (Tribunal de Contas da Uni&atilde;o).</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2">Concluo ainda mais convicto de que falta ao governo federal um gestor capaz de conciliar o ajuste econ&ocirc;mico e financeiro das contas p&uacute;blicas com a decis&atilde;o de investir e cumprir os cronogramas que o Brasil precisa. E essa capacidade deve ser descentralizada e compartilhada com os Estados, munic&iacute;pios e a participa&ccedil;&atilde;o cada vez maior da iniciativa privada, tirando definitivamente do papel a ideia das PPPs (Parcerias P&uacute;blico Privadas).</font></p>
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		<title>&#8220;Progressão continuada&#8221; não é vilã !</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 18:55:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raul Christiano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tenho muito receio da forma com que certos temas s&#227;o colocados em debate para a sociedade durante os anos de elei&#231;&#245;es. A cr&#237;tica &#233; comum contra aqueles que est&#227;o no poder e ainda n&#227;o conseguiram resolver completamente as quest&#245;es, como no caso da educa&#231;&#227;o, cujas medidas importam mexer com a vida de uma gera&#231;&#227;o em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2"><img height="210" alt="" src="http://www.raul.blog.br/wp-content/files/Image/criticas a educa.jpg" width="280" align="left" border="2" />Tenho muito receio da forma com que certos temas s&atilde;o colocados em debate para a sociedade durante os anos de elei&ccedil;&otilde;es. A cr&iacute;tica &eacute; comum contra aqueles que est&atilde;o no poder e ainda n&atilde;o conseguiram resolver completamente as quest&otilde;es, como no caso da educa&ccedil;&atilde;o, cujas medidas importam mexer com a vida de uma gera&ccedil;&atilde;o em envolvimento. Por isso vejo com reservas a forma com que a &ldquo;progress&atilde;o continuada&rdquo; retoma o centro das aten&ccedil;&otilde;es e das opini&otilde;es pol&iacute;ticas e eleitorais, porque os seus defensores a deixam numa posi&ccedil;&atilde;o&nbsp;muito vulner&aacute;vel, restando-lhes absorver todo tipo de cr&iacute;tica, como se fosse a &uacute;nica respons&aacute;vel pela qualidade do ensino e pelos resultados apresentados nos &uacute;ltimos anos.</font></p>
<p><span id="more-660"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2">A associa&ccedil;&atilde;o da &ldquo;progress&atilde;o continuada&rdquo; com a &ldquo;aprova&ccedil;&atilde;o autom&aacute;tica&rdquo; configura o desvirtuamento desse modelo importante para impedir o desequil&iacute;brio idade/s&eacute;rie dos estudantes e evitar m&uacute;ltiplas repet&ecirc;ncias, que s&atilde;o os principais fatores da evas&atilde;o escolar. A &ldquo;progress&atilde;o&rdquo; deve ser organizada, na forma prevista pela LDB &ndash; Lei de Diretrizes e Bases da Educa&ccedil;&atilde;o, em forma de ciclos, para saber o n&iacute;vel e a absor&ccedil;&atilde;o de conhecimento, sem interrup&ccedil;&atilde;o, mas de constru&ccedil;&atilde;o. A &ldquo;progress&atilde;o continuada&rdquo; se orienta no acompanhamento e entendimento de que o aluno est&aacute; continuamente se formando, construindo significados.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2">No entanto, h&aacute; uma discuss&atilde;o que precisa ser pautada com o envolvimento dos principais atores respons&aacute;veis pela educa&ccedil;&atilde;o, especialmente dos ciclos b&aacute;sicos, onde a &ldquo;progress&atilde;o continuada&rdquo; se verifica. Governos, conselhos de educa&ccedil;&atilde;o, associa&ccedil;&otilde;es de pais e mestres, dirigentes, funcion&aacute;rios, alunos e pais precisam com urg&ecirc;ncia tocar e fazer acontecer quest&otilde;es fundamentais para que esse sistema resulte em avan&ccedil;os, como o educador Paulo Freire j&aacute; previa em seus estudos, teses e pr&aacute;ticas: mudan&ccedil;as espec&iacute;ficas nas condi&ccedil;&otilde;es estruturais, pedag&oacute;gicas, salariais, de forma&ccedil;&atilde;o de professores e em todos os atributos que forem considerados essenciais para que o programa seja desenvolvido com os resultados preconizados.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2">Afora isso, o entendimento da sociedade, que se desperta para o assunto sempre na &eacute;poca das elei&ccedil;&otilde;es, continuar&aacute; restrito &agrave; &ldquo;aprova&ccedil;&atilde;o autom&aacute;tica&rdquo;, singelamente considerada desde que o estudante n&atilde;o falte &agrave;s aulas. Infelizmente n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel neste novo momento eleitoral pautar o tema de maneira clara e sem cr&iacute;ticas oportunistas. A vontade pol&iacute;tica dos governantes deve ser clara nessa dire&ccedil;&atilde;o e as organiza&ccedil;&otilde;es corporativas e comunit&aacute;rias n&atilde;o podem manter uma postura reacion&aacute;ria.</font></p>
<p><span style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: &quot;Calibri&quot;, &quot;sans-serif&quot;; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA"><font face="Calibri" color="#000000" size="2">Se o aprendizado e o desenvolvimento dessas crian&ccedil;as e adolescentes &ldquo;envergonham&rdquo; pais e educadores, porque ficar fugindo da pr&oacute;pria culpa, se a solu&ccedil;&atilde;o est&aacute; t&atilde;o pr&oacute;xima das suas decis&otilde;es e atitudes? O estudante que tem dificuldade de aprender necessita de especialistas para identificar as suas defici&ecirc;ncias e da aplica&ccedil;&atilde;o das vacinas apropriadas com refor&ccedil;o escolar e aten&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica. O Brasil vai avan&ccedil;ar mais quando a Educa&ccedil;&atilde;o for tratada como uma urg&ecirc;ncia e estiver inserida como o primeiro item da agenda de todos quantos tiverem o poder de decidir.</font></span></p>
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		<title>A parte do PT das Farc !</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 03:40:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raul Christiano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem j&#225; militou nos movimentos de esquerda, para resgatar o regime democr&#225;tico para o Brasil, pode&#160;refletir de&#160;outras&#160;maneiras as acusa&#231;&#245;es reincidentes sobre as liga&#231;&#245;es do PT com as Farc &#8211; For&#231;as Armadas Revolucion&#225;rias da Col&#244;mbia. Enquanto &#233; not&#243;ria a tentativa de relacionar&#160;essa hist&#243;ria com a biografia da candidata petista Dilma Rousseff, por causa da sua milit&#226;ncia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img height="280" alt="" src="http://www.raul.blog.br/wp-content/files/Image/democracia.jpg" width="280" align="right" border="2" />Quem j&aacute; militou nos movimentos de esquerda, para resgatar o regime democr&aacute;tico para o Brasil, pode&nbsp;refletir de&nbsp;outras&nbsp;maneiras as acusa&ccedil;&otilde;es reincidentes sobre as liga&ccedil;&otilde;es do PT com as Farc &#8211; For&ccedil;as Armadas Revolucion&aacute;rias da Col&ocirc;mbia. Enquanto &eacute; not&oacute;ria a tentativa de relacionar&nbsp;essa hist&oacute;ria com a biografia da candidata petista Dilma Rousseff, por causa da sua milit&acirc;ncia como guerrilheira e a luta armada nos anos 60, estou preocupado com o esp&iacute;rito anti-democr&aacute;tico de parcelas dirigentes do PT e com o narco-terrorismo das Farc. A influ&ecirc;ncia desses petistas na hip&oacute;tese de um governo de Dilma fomenta o temor de todos quantos defendem como eu a democracia, com elei&ccedil;&otilde;es livres e limpas, sem espa&ccedil;o para totalitarismos.</p>
<p><span id="more-651"></span></p>
<p>O atual governo federal do PT conduz a pol&iacute;tica externa de maneira ideologizada, sendo bastante leniente com governantes que tendem eliminar as distin&ccedil;&otilde;es entre o Estado e a sociedade, insistindo em politizar todas as rela&ccedil;&otilde;es sociais. Os petistas que comandam essa linha querem mobilizar a milit&acirc;ncia partid&aacute;ria com um discurso de esquerda&nbsp;nost&aacute;lgico, mas atrasado faz muitos anos, para tentar compor um verdadeiro esp&iacute;rito de guerrilha eleitoral, que est&aacute; mais para o banditismo pol&iacute;tico, do que para a civilidade pol&iacute;tica experimentada na democracia.</p>
<p>N&atilde;o acho que o candidato a vice-presidente de Jos&eacute; Serra, deputado &Iacute;ndio da Costa, esteja exagerando ao pautar a ideologiza&ccedil;&atilde;o da campanha atual. Tamb&eacute;m discordo que essa den&uacute;ncia requentada de &Iacute;ndio seja respons&aacute;vel pelo rebaixamento do n&iacute;vel da campanha, enquanto as ideias e propostas s&atilde;o impedidas de chegar ao conhecimento geral do povo brasileiro, porque o hor&aacute;rio eleitoral nas emissoras de r&aacute;dio e TV come&ccedil;ar&atilde;o apenas na segunda quinzena de agosto e a candidata do PT esteja fugindo dos debates como o vampiro foge da claridade.</p>
<p>O PT reacion&aacute;rio a Lula repete neste momento a hist&oacute;ria do lobo em pele de cordeiro. O PT sempre se posicionou contra a atual Constitui&ccedil;&atilde;o Brasileira Cidad&atilde;, o Plano Real de estabiliza&ccedil;&atilde;o da economia, a Lei de Responsabilidade Fiscal, o Fundef de desenvolvimento da educa&ccedil;&atilde;o e valoriza&ccedil;&atilde;o do magist&eacute;rio etc. O PT recuou estrategicamente quando foi convencido por marqueteiros eleitorais de que deveria produzir uma Carta ao Povo Brasileiro, reconhecendo os avan&ccedil;os econ&ocirc;micos e sociais, para ajudar a eleger Lula depois de tr&ecirc;s disputas presidenciais sem sucesso.</p>
<p>Vale muito a relembran&ccedil;a de &Iacute;ndio da Costa sobre a liga&ccedil;&atilde;o das Farc com o PT, justamente porque Dilma &eacute; vulner&aacute;vel ao esquerdismo,&nbsp;retrato de uma &eacute;poca, mas que uma parte influente do PT no atual governo federal do Brasil tenta reacender valorizando rela&ccedil;&otilde;es internacionais&nbsp;com Na&ccedil;&otilde;es comandadas por ditadores. Observe que Dilma atribui essa pol&ecirc;mica a um pretenso&nbsp;baixo n&iacute;vel da campanha, mas n&atilde;o diz uma palavra sequer que desminta seus opositores ou&nbsp;negue as liga&ccedil;&otilde;es do seu PT com as Farc, que atualmente s&atilde;o uma for&ccedil;a ligada ao narcotr&aacute;fico.</p>
<p>N&atilde;o d&aacute; para ficar inerte diante desses fatos amplamente divulgados pela imprensa nacional e estrangeira, bem como pelas &uacute;ltimas tentativas desse governo petista, com a censura &agrave; imprensa, ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico e a todas as iniciativas livres da sociedade!</p>
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		<title>Educação técnica sem orçamento!</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Jul 2010 23:44:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raul Christiano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na contram&#227;o dos n&#250;meros recentes indicando para a necessidade de qualificar m&#227;o de obra para as novas oportunidades de emprego no pa&#237;s, o atual governo federal do PT&#160;vem cortando verbas do or&#231;amento para os programas de treinamento financiados pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O tema qualifica&#231;&#227;o t&#233;cnica e profissional para o emprego est&#225; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2"><img height="234" alt="" src="http://www.raul.blog.br/wp-content/files/Image/plataforma com sol.jpg" width="280" align="left" border="2" />Na contram&atilde;o dos n&uacute;meros recentes indicando para a necessidade de qualificar m&atilde;o de obra para as novas oportunidades de emprego no pa&iacute;s, o atual governo federal do PT&nbsp;vem cortando verbas do or&ccedil;amento para os programas de treinamento financiados pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O tema qualifica&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica e profissional para o emprego est&aacute; na agenda das campanhas eleitorais iniciadas nesta semana, mas especialistas indicam que a economia brasileira est&aacute; prestes a sofrer um apag&atilde;o produtivo se n&atilde;o houver um foco governamental em aumentar vagas e escolas t&eacute;cnicas.</font></p>
<p><span id="more-644"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2">Esta &eacute; uma urg&ecirc;ncia do Brasil e infelizmente parece que os esfor&ccedil;os governamentais n&atilde;o acompanham essa tend&ecirc;ncia. Conforme dados divulgados pelo Conselho Deliberativo do FAT (Codefat), o atual governo est&aacute; muito aqu&eacute;m da m&eacute;dia de investimento anual do governo Fernando Henrique Cardoso. Entre 1999 e 2002 foram investidos em m&eacute;dia R$ 768 milh&otilde;es, enquanto de 2003 a 2008, sob a presid&ecirc;ncia de Lula a m&eacute;dia despencou para R$ 97 milh&otilde;es ao ano.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2">Um dos argumentos utilizados para tentar justificar essa grande queda foram as den&uacute;ncias de desvios de verbas por sindicatos e secretarias estaduais de Rela&ccedil;&otilde;es do Trabalho e Emprego, bem como de organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o governamentais contratadas pelos governos federal, estaduais e municipais. Ao inv&eacute;s de esclarec&ecirc;-las, com apura&ccedil;&atilde;o e puni&ccedil;&atilde;o dos respons&aacute;veis, o governo federal aproveitou tamb&eacute;m as metas de resultados estabelecidas pela &aacute;rea econ&ocirc;mica &ndash; minist&eacute;rios da Fazenda e Planejamento, e Banco Central &ndash; para cortar recursos previstos no Or&ccedil;amento, sem oferecer uma alternativa concreta para a qualifica&ccedil;&atilde;o profissional para o trabalho.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2">Est&aacute; claro que deve existir um choque de interesses e de relacionamento entre o governo e o FAT, que&nbsp;&eacute; gerido por representantes dos trabalhadores, empregadores e do pr&oacute;prio governo. Entretanto essa situa&ccedil;&atilde;o passa ao largo de uma prioridade nacional que caminha lentamente e que sem d&uacute;vida s&oacute; ser&aacute; resolvida a partir do pr&oacute;ximo governo, que&nbsp;precisar&aacute; governar o assunto desde o primeiro dia de janeiro de 2011, para que o Brasil afaste a amea&ccedil;a de estagna&ccedil;&atilde;o a que est&aacute; sujeito hoje.</font></p>
<p><span style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA"><font color="#000000" size="2">O notici&aacute;rio pol&iacute;tico e econ&ocirc;mico vem destacando a informa&ccedil;&atilde;o da promessa feita por Jos&eacute; Serra, candidato a Presidente da Rep&uacute;blica pelo PSDB, de se criar pelo menos 1 milh&atilde;o de vagas em escolas t&eacute;cnicas, al&eacute;m de um programa (Protec) de financiamento dos estudantes &ndash; jovens e trabalhadores desempregados e da ativa &#8211; para custear mensalidades inclusive em escolas particulares, a exemplo do Prouni criado para o ensino universit&aacute;rio. Tamb&eacute;m tenho lido sobre os objetivos da Petrobr&aacute;s em treinar cerca de 243 mil trabalhadores para as suas opera&ccedil;&otilde;es com a explora&ccedil;&atilde;o do g&aacute;s e petr&oacute;leo descobertos no Pr&eacute;-Sal da Bacia de Santos. </font></span></p>
<p><span style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA"><font color="#000000" size="2">Ser&aacute; que o problema &eacute; apenas de insensibilidade dos atuais governantes?</font></span></p>
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		<title>Militância polí­tica virtual em 2010</title>
		<link>http://www.raul.blog.br/641/militancia-politica-virtual-em-2010/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 00:13:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raul Christiano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chegamos ao futuro com a Internet. Orkut, Facebook, LinkedIn, MySpace, Windows Live, Twitter, Blogs, Flickr e muitas outras ferramentas foram criadas e formam as chamadas redes sociais, que ampliaram a comunica&#231;&#227;o humana e s&#227;o respons&#225;veis pela integra&#231;&#227;o global, com as suas formas de produ&#231;&#227;o, distribui&#231;&#227;o e consumo do conhecimento. O Brasil registra n&#250;mero crescente de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2"><img height="250" alt="" src="http://www.raul.blog.br/wp-content/files/Image/descentraliza.jpg" width="300" align="right" border="2" />Chegamos ao futuro com a Internet. Orkut, Facebook, LinkedIn, MySpace, Windows Live, Twitter, Blogs, Flickr e muitas outras ferramentas foram criadas e formam as chamadas redes sociais, que ampliaram a comunica&ccedil;&atilde;o humana e s&atilde;o respons&aacute;veis pela integra&ccedil;&atilde;o global, com as suas formas de produ&ccedil;&atilde;o, distribui&ccedil;&atilde;o e consumo do conhecimento. O Brasil registra n&uacute;mero crescente de internautas e acessos, e neste ano a Internet vai experimentar essas ferramentas com maior liberdade nas elei&ccedil;&otilde;es. Os exemplos e resultados positivos com a vit&oacute;ria de Barack Obama na campanha americana animam especialistas brasileiros em marketing eleitoral, partidos e candidatos em todos os n&iacute;veis.</font></p>
<p><span id="more-641"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2">Essa experimenta&ccedil;&atilde;o ocorre com atraso, porque as regras em nosso pa&iacute;s sempre foram muito rigorosas, dado que legisladores e o Judici&aacute;rio n&atilde;o dispunham de refer&ecirc;ncias de seguran&ccedil;a para o uso pol&iacute;tico e eleitoral. O debate no Congresso Nacional revelou a preocupa&ccedil;&atilde;o com limites que s&atilde;o praticamente imposs&iacute;veis de identificar no mundo virtual global. Houve quem defendesse uma isonomia dessas novas regras com os limites dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o tradicional. Esse paradigma mudou quando houve interatividade dos parlamentares com os eleitores, convictos pelo seu uso livre.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2">Os candidatos potenciais em 2010 se movimentam e tentam aproximar as suas ideias dos eleitores e os eleitores para as suas pr&oacute;prias campanhas. Contudo, a experi&ecirc;ncia eleitoral de Barack Obama ainda n&atilde;o serve totalmente ao Brasil, porque os americanos t&ecirc;m h&aacute;bitos muito diferentes na Internet. No caso de Obama, os seus simpatizantes produziram v&iacute;deos manifestando apoio ao candidato, independentemente do partido ou da sua campanha. No Brasil, embora cerca de 37 milh&otilde;es de usu&aacute;rios estejam conectados, em casa ou no trabalho, que somam 64,8 milh&otilde;es quando consideramos os acessos em lan houses, bibliotecas, escolas e telecentros, os conte&uacute;dos pol&iacute;ticos ainda t&ecirc;m interesse restrito.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2">A audi&ecirc;ncia na Internet configura hoje numa das maiores em compara&ccedil;&atilde;o com os demais meios de comunica&ccedil;&atilde;o, somando todos os tipos de ve&iacute;culos. Isso aumenta a relev&acirc;ncia desse instrumento pela classe pol&iacute;tica, que necessitar&aacute; muita criatividade para mobilizar o eleitorado na Internet no seu dia a dia. Internautas e eleitores n&atilde;o restringem o exerc&iacute;cio da interatividade cr&iacute;tica somente no per&iacute;odo de quase 90 dias das campanhas. Os conte&uacute;dos far&atilde;o a diferen&ccedil;a na percep&ccedil;&atilde;o desses eleitores, que rejeitam as obviedades dos contatos pelos mecanismos tradicionais de comunica&ccedil;&atilde;o.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2">O eleitor virtual vai ser atingido pelo pol&iacute;tico e pelas suas redes de milit&acirc;ncia virtual, desde que o uso da Internet observe uma comunica&ccedil;&atilde;o em via de m&atilde;o dupla e, ao mesmo tempo, conven&ccedil;am que as suas mensagens s&atilde;o tamb&eacute;m individuais, pessoais e abertas &agrave; troca de informa&ccedil;&otilde;es, ideias, propostas. N&atilde;o acredito na massifica&ccedil;&atilde;o das mensagens eleitorais, justamente porque hoje h&aacute; uma verdadeira repugn&acirc;ncia &agrave;s toneladas de lixo eletr&ocirc;nico e propagandas intrometidas. O sentido da propaganda eleitoral virtual, do emissor ao receptor, como a &ldquo;entrega&rdquo; de um panfleto eletr&ocirc;nico, sem interatividade e chance de contribuir para os conte&uacute;dos &eacute; um indicativo do fracasso nesse meio.</font></p>
<p><span style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA"><font color="#000000" size="2">A Internet far&aacute; diferen&ccedil;a nos custos das campanhas, que reduzir&aacute; materiais e agregar&aacute; valor aos que compreendem a for&ccedil;a de instrumentos virtuais. O seu uso adequado e inteligente mesclar&aacute; eleitores que acreditam na pol&iacute;tica como meio de transforma&ccedil;&atilde;o da sociedade e a comunidade que busca conscientemente, credibilidade, confian&ccedil;a e envolvimento para mudar.</font></span></p>
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		<title>Educação começa pela Básica !</title>
		<link>http://www.raul.blog.br/636/educacao-comeca-pela-basica/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 22:57:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raul Christiano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[H&#225; uma cobran&#231;a de muitos especialistas em educa&#231;&#227;o sobre a aus&#234;ncia de propostas dos atuais candidatos a presid&#234;ncia da Rep&#250;blica para o ensino b&#225;sico. A conjuntura eleitoral est&#225; priorizando a discuss&#227;o de sa&#237;das urgentes para evitar o apag&#227;o na educa&#231;&#227;o para o emprego, ou seja, a qualifica&#231;&#227;o profissional para que jovens e trabalhadores possam ocupar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2"><img height="295" alt="" src="http://www.raul.blog.br/wp-content/files/Image/professora.jpg" width="270" align="left" border="2" />H&aacute; uma cobran&ccedil;a de muitos especialistas em educa&ccedil;&atilde;o sobre a aus&ecirc;ncia de propostas dos atuais candidatos a presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica para o ensino b&aacute;sico. A conjuntura eleitoral est&aacute; priorizando a discuss&atilde;o de sa&iacute;das urgentes para evitar o apag&atilde;o na educa&ccedil;&atilde;o para o emprego, ou seja, a qualifica&ccedil;&atilde;o profissional para que jovens e trabalhadores possam ocupar as novas demandas de emprego no pa&iacute;s. Mas isso n&atilde;o significa que o ensino fundamental esteja fora das cogita&ccedil;&otilde;es ou n&atilde;o &eacute; considerado uma quest&atilde;o urgente para o pa&iacute;s.</font></p>
<p><span id="more-636"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2">Li coment&aacute;rios do senador Cristovam Buarque no twitter (</font><a href="http://www.twitter.com/Sen_Cristovam"><font face="Calibri" color="#0000ff" size="2">www.twitter.com/Sen_Cristovam</font></a><font face="Calibri" color="#000000" size="2">) defendendo uma poss&iacute;vel federaliza&ccedil;&atilde;o da Educa&ccedil;&atilde;o de Base, para fazer com que todas as escolas do Brasil sejam, pelo menos, t&atilde;o boas quanto o Col&eacute;gio Pedro II, no Rio de Janeiro. A Uni&atilde;o banca o Pedro II e, por meio das universidades federais, os Col&eacute;gios de Aplica&ccedil;&atilde;o, que est&atilde;o entre aqueles que melhor ensinam em todo o pa&iacute;s.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2">Acho que seria um retrocesso inverter completamente a ordem de responsabilidades, constitucionais inclusive. Hoje cabe aos munic&iacute;pios a gest&atilde;o do ensino b&aacute;sico, da educa&ccedil;&atilde;o infantil ao ensino fundamental, sendo que alguns conseguem assumir o ensino m&eacute;dio, que &eacute; uma atribui&ccedil;&atilde;o dos Estados. Ao governo federal, ou &agrave; Uni&atilde;o, cabem o ensino superior e as diretrizes did&aacute;tico-pedag&oacute;gicas para todas as fases do aprendizado nacional.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2">A Educa&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica necessita de mais recursos financeiros para atender &agrave;s demandas iniciais de forma&ccedil;&atilde;o do povo brasileiro. N&atilde;o acredito, entretanto, que esses recursos seriam conseguidos por meio de novas leis carimbando receitas da Uni&atilde;o com tributos existentes ou novos. O Congresso Nacional aprovou recentemente que 50% dos recursos do Fundo Social a ser formado com os rendimentos da explora&ccedil;&atilde;o de g&aacute;s e petr&oacute;leo sob as camadas de pr&eacute;-sal sejam destinados &agrave; Educa&ccedil;&atilde;o. E que destes 50%, 80% sejam aplicados em Educa&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2">Se isso for confirmado pelo atual governo federal, que numa primeira manifesta&ccedil;&atilde;o demonstrou a sua contrariedade com essa focaliza&ccedil;&atilde;o, justificando que isso dificultaria a manuten&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas sociais, como a Bolsa Fam&iacute;lia, os gestores deste pa&iacute;s conseguiram cumprir as suas atribui&ccedil;&otilde;es para a melhoria da qualidade da Educa&ccedil;&atilde;o. Atualmente a maior parte do or&ccedil;amento do Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o &ndash; MEC est&aacute; comprometida com a manuten&ccedil;&atilde;o das IFES &ndash; Institui&ccedil;&otilde;es Federais de Ensino Superior.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2">O custo/aluno/ano hoje apresenta distor&ccedil;&otilde;es muito graves, se fizermos uma compara&ccedil;&atilde;o sobre a dist&acirc;ncia da Uni&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica. Um estudante universit&aacute;rio federal custa cerca de R$ 9,5 mil, um aluno de escolas t&eacute;cnicas mantidas pelo MEC tem investimento da ordem de R$ 3,7 mil, enquanto a m&eacute;dia para atender &agrave;s crian&ccedil;as e adolescentes fica em torno de R$ 1,5 mil. Acontece que para tocar nesses n&uacute;meros, explicitando a necessidade de uma redistribui&ccedil;&atilde;o de valores por um determinado per&iacute;odo, provocar&aacute; um levante das corpora&ccedil;&otilde;es da Universidade Federal, principalmente, que j&aacute; considera baixos os investimentos em seus n&iacute;veis de a&ccedil;&atilde;o.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri" color="#000000" size="2">O Brasil avan&ccedil;ou bastante a partir do momento que come&ccedil;ou a avaliar as condi&ccedil;&otilde;es do ensino ofertado da educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica ao ensino superior. Contudo essa avalia&ccedil;&atilde;o enfrenta resist&ecirc;ncia apenas quando o m&eacute;rito dos gestores e educadores &eacute; considerado, com a preocupa&ccedil;&atilde;o de que o educador mal avaliado ter&aacute; a culpa pela m&aacute; qualidade do ensino e do aprendizado. Esse fator, na realidade, funcionaria como o uso do term&ocirc;metro num paciente antes de solicitar outros exames antes do diagn&oacute;stico. Na minha vis&atilde;o, o senador Cristovam Buarque est&aacute; certo quando mira a sua aten&ccedil;&atilde;o para institui&ccedil;&otilde;es muito bem avaliadas em todos os sentidos, mas sem d&uacute;vida o pr&oacute;ximo presidente da Rep&uacute;blica n&atilde;o pode deixar para depois das elei&ccedil;&otilde;es as suas ideias concretas para melhorar a forma&ccedil;&atilde;o do povo brasileiro, desde os primeiros contatos com a Educa&ccedil;&atilde;o, nas pr&oacute;prias creches.</font></p>
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		<title>China ofende Cubatão !</title>
		<link>http://www.raul.blog.br/629/china-ofende-cubatao/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 01:51:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raul Christiano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fiquei indignado na semana passada, quando li mat&#233;ria no jornal &#8220;Folha de S&#227;o Paulo&#8221; (22/06), classificando Cubat&#227;o como um dos &#8220;lugares mais horr&#237;veis do mundo&#8221;, num ranking elaborado pela Ag&#234;ncia de Not&#237;cias Xinhua, da China. Ruim pela not&#237;cia falsa, pior porque foi baseada em informa&#231;&#245;es dos anos 1970, divulgando que ainda hoje &#233; a cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font face="Calibri" color="#000000"></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font size="2"><img height="200" alt="" src="http://www.raul.blog.br/wp-content/files/Image/Cubatao China.jpg" width="300" align="right" border="2" />Fiquei indignado na semana passada, quando li mat&eacute;ria no jornal &ldquo;Folha de S&atilde;o Paulo&rdquo; (22/06), classificando Cubat&atilde;o como um dos &ldquo;lugares mais horr&iacute;veis do mundo&rdquo;, num ranking elaborado pela Ag&ecirc;ncia de Not&iacute;cias Xinhua, da China. Ruim pela not&iacute;cia falsa, pior porque foi baseada em informa&ccedil;&otilde;es dos anos 1970, divulgando que ainda hoje &eacute; a cidade mais polu&iacute;da do mundo ou o &ldquo;Vale da Morte&rdquo;. A Prefeitura convidou os chineses a uma visita ao munic&iacute;pio, para testemunhar in loco as raz&otilde;es que justificam o t&iacute;tulo de exemplo de recupera&ccedil;&atilde;o ambiental, recebido da ONU &ndash; Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas, durante a Eco-Rio em 1992.</font></p>
<p><span id="more-629"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font size="2">Era o secret&aacute;rio municipal do Meio Ambiente, quando Cubat&atilde;o viveu essa transforma&ccedil;&atilde;o. Por isso acho que os representantes na Prefeitura, C&acirc;mara Municipal, sociedade civil e setores produtivos do P&oacute;lo Industrial deveriam exigir uma retrata&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica. Com a propaga&ccedil;&atilde;o desse ranking podem ressuscitar a velha imagem de cidade polu&iacute;da afastada faz 20 anos. </font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font size="2">Fiz este coment&aacute;rio porque a Ag&ecirc;ncia Xinhua &eacute; uma institui&ccedil;&atilde;o jornal&iacute;stica estatal da Rep&uacute;blica Popular da China e mant&eacute;m o site de not&iacute;cias ( </font><a href="http://www.xinhuanet.com/english2010/"><font size="2">http://www.xinhuanet.com/english2010/</font></a><font size="2"> ) mais visitado da China e terceiro do mundo, com cerca de 800 milh&otilde;es de acessos di&aacute;rios. As not&iacute;cias veiculadas por eles repercutem porque eles t&ecirc;m a fama de garantir por uma quest&atilde;o de princ&iacute;pio, o compromisso com a realidade, objetividade, justi&ccedil;a e oportunidade.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font size="2">Esse princ&iacute;pio foi desconsiderado e a Xinhua deve desculpas a Cubat&atilde;o. Para conhecer melhor o tratamento da cidade basta digitar &ldquo;Cubat&atilde;o&rdquo; e buscar as suas not&iacute;cias relacionadas, vendo logo ilustra&ccedil;&otilde;es de um cad&aacute;ver cheio de formigas e do P&oacute;lo Industrial tomado pela fuma&ccedil;a &ldquo;poluente&rdquo;. &ldquo;Ignoram&rdquo; que h<span style="COLOR: black">&aacute; outra cidade ap&oacute;s o programa de controle da polui&ccedil;&atilde;o iniciado durante o governo Franco Montoro e conclu&iacute;do no come&ccedil;o dos anos 1990. E agora o Programa de Recupera&ccedil;&atilde;o Socioambiental da Serra do Mar, que atende &agrave;s pessoas que vivem desde os anos 1930 nos chamados bairros Cota, removendo-as para &aacute;reas urbanizadas e seguras.</span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font size="2">No texto de apresenta&ccedil;&atilde;o dos &ldquo;lugares mais horr&iacute;veis do mundo&rdquo;, a Ag&ecirc;ncia Xinhua introduz o ranking assim: &ldquo;Em nosso grande mundo, h&aacute; tamb&eacute;m cidades horrendas, habitadas por uma subcultura de polui&ccedil;&atilde;o, pobreza e g&acirc;ngsteres. Aqui, voc&ecirc; vai descobrir alguns dos lugares mais polu&iacute;dos e violentos&rdquo;. Em seguida eles listam duas cidades brasileiras: o Rio de Janeiro, pelas suas favelas, e Cubat&atilde;o, por causa da polui&ccedil;&atilde;o e das p&eacute;ssimas condi&ccedil;&otilde;es de vida, ao lado de Dharavi (Mumbai, &Iacute;ndia), Tchemobil (Ucr&acirc;nia), Mogad&iacute;scio (Som&aacute;lia), Dzerzinsk (R&uacute;ssia) e comunidades pobres do Qu&ecirc;nia, Z&acirc;mbia e do Camboja</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font size="2">Essa mat&eacute;ria faz parecer que os &ldquo;colegas jornalistas&rdquo; chineses da Xinhua ignoram as suas pr&oacute;prias mazelas. Sem querer consolar a comunidade cubatense, um dos mais importantes institutos americanos especializados em polui&ccedil;&atilde;o, o Blacksmith com sede em Nova York, aponta duas cidades chinesas entre as dez mais contaminadas do planeta &ndash; Linfen e Tianying, exclu&iacute;das das mais &ldquo;horr&iacute;veis&rdquo;. O Brasil deve ser respeitado pelas suas conquistas e mudan&ccedil;as. N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel aceitar que, por causa de uma pol&iacute;tica externa ideologizada do atual governo federal do PT, condescendente com ditadores, Cubat&atilde;o fique sem essa repara&ccedil;&atilde;o!</font></p>
<p></font></p>
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		<title>Golfo do México x Bacia de Santos</title>
		<link>http://www.raul.blog.br/627/golfo-do-mexico-x-bacia-de-santos/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 01:15:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raul Christiano</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Segurança do Pré-Sal]]></category>

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		<description><![CDATA[A cat&#225;strofe ambiental provocada pelo vazamento de &#243;leo no Golfo do M&#233;xico apavora Barack Obama, que n&#227;o consegue controlar essa situa&#231;&#227;o, e todos quantos residentes no continente americano pelas consequ&#234;ncias sem precedentes mundiais. O tempo est&#225; passando e s&#227;o evidentes as dificuldades da maior pot&#234;ncia do mundo controlar o qu&#234; se passa a 1.500 metros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img height="200" alt="" src="http://www.raul.blog.br/wp-content/files/Image/golfo do mexico.jpg" width="300" align="left" border="2" />A cat&aacute;strofe ambiental provocada pelo vazamento de &oacute;leo no Golfo do M&eacute;xico apavora Barack Obama, que n&atilde;o consegue controlar essa situa&ccedil;&atilde;o, e todos quantos residentes no continente americano pelas consequ&ecirc;ncias sem precedentes mundiais. O tempo est&aacute; passando e s&atilde;o evidentes as dificuldades da maior pot&ecirc;ncia do mundo controlar o qu&ecirc; se passa a 1.500 metros de profundidade. Mas esse acontecimento tem car&aacute;ter educativo e deveria alertar os respons&aacute;veis para a&ccedil;&otilde;es preventivas com investimentos nas melhores op&ccedil;&otilde;es de seguran&ccedil;a para uma ind&uacute;stria que &eacute; gravemente insegura. S&atilde;o muito claras as li&ccedil;&otilde;es do Golfo do M&eacute;xico para o que est&aacute; por vir da Bacia de Santos.</p>
<p><span id="more-627"></span></p>
<p>O primeiro passo do atual governo federal, por meio dos seus ministros e dirigentes da Ag&ecirc;ncia Nacional do Petr&oacute;leo e da Petrobr&aacute;s, foi anunciar a descoberta das jazidas de petr&oacute;leo e g&aacute;s na Bacia de Santos. Esse acontecimento trouxe para o Brasil muita esperan&ccedil;a para a sua estabilidade financeira num futuro pr&oacute;ximo, proliferando planos de utiliza&ccedil;&atilde;o desses recursos daqui para as pr&oacute;ximas d&eacute;cadas. No passado recente a Petrobr&aacute;s comemorava a sua auto-sufici&ecirc;ncia, e agora com o in&iacute;cio da explora&ccedil;&atilde;o das riquezas sob a camada do pr&eacute;-sal quem se prepara para esse salto &eacute; o pr&oacute;prio pa&iacute;s.</p>
<p>Vivemos na regi&atilde;o metropolitana da Baixada Santista, inserida no Litoral Paulista, que j&aacute; recebe os primeiros sinais da anunciada prosperidade, mas que pouco ainda sabe do &ocirc;nus dessa movimenta&ccedil;&atilde;o presente e futura. Todas as an&aacute;lises indicam para o aproveitamento dos dividendos da explora&ccedil;&atilde;o e comercializa&ccedil;&atilde;o dos volumes prov&aacute;veis sob a camada do pr&eacute;-sal e para as medidas essenciais da conviv&ecirc;ncia com o novo mundo t&eacute;cnico e industrial dos produtos da descoberta.</p>
<p>Estima-se que a camada do pr&eacute;-sal contenha o equivalente a cerca de 1,6 trilh&otilde;es de metros c&uacute;bicos de g&aacute;s e &oacute;leo. Para essa extra&ccedil;&atilde;o, ainda perdura uma grande pol&ecirc;mica sobre a tecnologia que ser&aacute; utilizada e sobre os recursos t&eacute;cnicos para retirar o &oacute;leo de camadas t&atilde;o profundas. O campo de Tupi, como exemplo, est&aacute; a 300 quil&ocirc;metros do litoral, a uma profundidade de 7.000 metros e sob 2.000 metros de sal. Portanto, a 7.500 metros al&eacute;m das jazidas do Golfo do M&eacute;xico.</p>
<p>Essa &eacute; mais uma preocupa&ccedil;&atilde;o para o debate econ&ocirc;mico do Brasil, que hoje discute no Congresso Nacional o sistema de partilha e a utiliza&ccedil;&atilde;o dos seus recursos financeiros, mas ainda n&atilde;o possui um planejamento compartilhado com as cidades litor&acirc;neas para a expans&atilde;o urbana com a previs&atilde;o de infra-estrutura que assegure a qualidade de vida da popula&ccedil;&atilde;o e programas continuados de qualifica&ccedil;&atilde;o de m&atilde;o de obra que indica para a contrata&ccedil;&atilde;o de pelo menos 240 mil t&eacute;cnicos, sem falar das demais cadeias produtivas e de presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os.</p>
<p>Uma longa e importante entrevista do bi&oacute;logo marinho americano Richard Steiner, ao caderno &quot;Ali&aacute;s&quot; do jornal O Estado de S&atilde;o Paulo deste final de semana, contribui muito para os cuidados que o Brasil deve ter na hip&oacute;tese de um acidente, como a explos&atilde;o da plataforma da British Petroleum ou BP, no Golfo do M&eacute;xico, h&aacute; dois meses: &quot;Antes de furar a camada pr&eacute;-sal, que se pense em tudo. Do funcionamento das travas hidr&aacute;ulicas ao custo oculto do petr&oacute;leo&quot;. Enfim,&nbsp;um tema na contram&atilde;o da busca de alternativas energ&eacute;ticas, das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas e de vidas saud&aacute;veis, num mundo que poderia se recuperar com maior foco na sustentabilidade e&nbsp;em harmonia com a natureza.</p>
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		<title>Twitter, cadê você ?</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 05:15:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raul Christiano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das redes sociais mais badaladas da Internet hoje em dia, o Twitter, saiu do ar por volta das 23h30 desta segunda-feira (14). Busquei informa&#231;&#245;es no google e em outros sites e parece que a boataria de que o Twitter sofreria uma pane geral nos pr&#243;ximos dias, desta vez teve raz&#227;o de ser. Faz uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img height="158" alt="" src="http://www.raul.blog.br/wp-content/files/Image/twitter.jpg" width="300" align="left" border="2" />Uma das redes sociais mais badaladas da Internet hoje em dia, o Twitter, saiu do ar por volta das 23h30 desta segunda-feira (14). Busquei informa&ccedil;&otilde;es no google e em outros sites e parece que a boataria de que o Twitter sofreria uma pane geral nos pr&oacute;ximos dias, desta vez teve raz&atilde;o de ser. Faz uma hora e meia que n&atilde;o consigo acess&aacute;-lo e, a exemplo das vezes anteriores, ao digitar o seu endere&ccedil;o de acesso <a href="http://www.twitter.com">www.twitter.com</a> aparece aquela j&aacute; famosa imagem da baleia com o aviso &quot;Twitter is over capacity&quot; (excesso de capacidade do Twitter). Ent&atilde;o comecei a imaginar como seria a vida sem o Twitter&#8230;</p>
<p><span id="more-624"></span></p>
<p>Coube lembrar imediatamente a letra daquela composi&ccedil;&atilde;o do Arnaldo Antunes, intitulada <strong>&quot;Longe&quot;</strong>, que descreve uma situa&ccedil;&atilde;o muito parecida e &quot;aflitiva&quot; com o pesadelo de viver sem o h&aacute;bito de tuitar: <em>&quot;Onde &eacute; que eu fui parar? / Aonde &eacute; esse aqui? / N&atilde;o d&aacute; mais pra voltar / Por que eu fiquei t&atilde;o longe? / Longe&#8230; / Onde &eacute; esse lugar? / Aonde est&aacute; voc&ecirc;? / N&atilde;o pega celular / E a terra est&aacute; t&atilde;o longe / Longe&#8230; / N&atilde;o passa um carro sequer / Todo com&eacute;rcio fechou / N&atilde;o tem sat&eacute;lite algum transmitindo / not&iacute;cias de onde eu estou / Nenhum email chegou / Nem o correio vir&aacute; / E eu entre quatro paredes sem porta / ou janela pro tempo passar / Dizem que a vida &eacute; assim / Cinco sentidos em mim / Dentro de um corpo fechado / no v&aacute;cuo de um quarto no espa&ccedil;o sem fim /&nbsp;Aonde est&aacute; voc&ecirc;? / Por&nbsp;que &eacute; que voc&ecirc; foi? / N&atilde;o quero te esquecer / Mas j&aacute; fiquei t&atilde;o longe / Longe&#8230; / N&atilde;o d&aacute; mais pra voltar / E eu nem me despedi / Onde &eacute; que eu vim parar?&nbsp;/ Por que eu fiquei t&atilde;o longe? / Longe, longe, longe, longe / Longe, longe, longe / Seis, cinco, quatro, tr&ecirc;s, dois, um.</em></p>
<p>Por onde os meus amigos, conhecidos, desconhecidos, <em>fakes</em> ou <em>trolls</em>, que&nbsp;passaram a interagir comigo, desde que criei o meu login <a href="http://www.twitter.com/raulchristiano">www.twitter.com/raulchristiano</a> em agosto de 2008, voltar&atilde;o a se encontrar comigo? Quem sabe o meu amigo e colega de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o na ESPM, o publicit&aacute;rio Adriano Brand&atilde;o, que me orientou acessar o Twitter pela primeira vez, tenha uma receita que substitua esse quase v&iacute;cio de contar o que estou fazendo, pensando e querendo mudar. Por ele j&aacute; me habituei ao mantra: #Educa&ccedil;&atilde;o&eacute;tudo #Educa&ccedil;&atilde;o&eacute;tudo #Educa&ccedil;&atilde;o&eacute;tudo ou parodiar o poeta, dizendo que tuitar &eacute; preciso, mas viver &eacute; ainda muito mais!</p>
<p>Pelo Twitter al&eacute;m de interagir mais com as pessoas, contando sobre as minhas id&eacute;ias e tornando mais transparentes as minhas opini&otilde;es sobre quase todos os assuntos que movimentam nossas vidas, acompanhei tamb&eacute;m as reflex&otilde;es dos meus filhos e percebi o quanto bem humorados eles se tornaram. Eles cresceram e j&aacute; pontuam uma vis&atilde;o do mundo &agrave; sua volta, que hoje em dia &eacute; quase imposs&iacute;vel conhecer nos raros momentos em que compartilhamos todos &agrave; mesma mesa na hora do almo&ccedil;o ou do jantar.</p>
<p>O Twitter me fez tuitar mais que blogar, que j&aacute; havia se tornado um h&aacute;bito di&aacute;rio. Virtualizando consegui olhar o mundo de uma outra forma, sem barreiras, principalmente porque quando comecei aqui, o fazia pelo prazer de confabular, chegando a imaginar que na s&iacute;ntese das minhas ora&ccedil;&otilde;es, mensagens, agendas, an&aacute;lises cr&iacute;ticas, em apenas 140 caracteres, na pr&aacute;tica retomaria a minha produ&ccedil;&atilde;o po&eacute;tica dos anos 70 e come&ccedil;o dos 80. Mas est&aacute; cada vez mais clara a import&acirc;ncia dessa rede e de suas ferramentas eficazes, o seu uso no dia a dia pessoal, do trabalho e da milit&acirc;ncia pol&iacute;tica.</p>
<p>N&atilde;o posso crer que o Twitter se apagou, mesmo agora quando come&ccedil;o a acreditar, h&aacute; quase tr&ecirc;s horas&nbsp;sem conseguir acessar o meu pr&oacute;prio perfil, que os boatos tinham um fundo de verdade. Buscando informa&ccedil;&otilde;es, achei uma nota sobre um poss&iacute;vel &quot;Twitpocalypse&quot;, informando que a amea&ccedil;a de esgotamento devia ao banco de dados da rede social Twitter, que suporta 2.147.483.647 (dois bilh&otilde;es, cento e quarenta e sete milh&otilde;es, quatrocentos e oitenta e tr&ecirc;s mil, e seiscentos e quarenta e sete) posts e que, quando esse n&uacute;mero fosse ultrapassado, a tend&ecirc;ncia &eacute; que o sistema pararia de funcionar.</p>
<p>A vida &eacute; mesmo assim&#8230; quem sabe esse apocalypse seja apenas mais uma estrat&eacute;gia de marketing para ganhar ainda mais adeptos ou ent&atilde;o para que possamos utiliz&aacute;-lor cada vez mais, como se j&aacute; n&atilde;o tiv&eacute;ssemos a id&eacute;ia do quanto imposs&iacute;vel &eacute; viver fora de uma rede social nos dias atuais. Confesso que, antes de postar estas divaga&ccedil;&otilde;es, tentei dezenas de vezes acessar o Twitter, em v&atilde;o&#8230; &#8230;enquanto isso n&atilde;o acontece, e nem bem sei se ele ir&aacute; voltar, vale a pena ouvir Arnaldo Antunes, cantando &quot;Longe&quot;, mas t&atilde;o perto de todos n&oacute;s: <a href="http://youtu.be/uoKWAiwmUes">http://youtu.be/uoKWAiwmUes</a>&nbsp;</p>
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		<title>Há empregos, mas falta qualificação !</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 00:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raul Christiano</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img height="154" alt="" src="http://www.raul.blog.br/wp-content/files/Image/temos vagas 2.jpg" width="300" align="right" border="2" />Jos&eacute; Serra tocou num dos pontos mais preocupantes do setor produtivo hoje: a falta de m&atilde;o de obra qualificada para atender &agrave;s demandas de empregos existentes e dispon&iacute;veis. Ao assumir a sua candidatura a presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, neste final de semana, Serra disse que um governo deve come&ccedil;ar a governar logo no seu primeiro dia e que a sua urg&ecirc;ncia, se for eleito no dia 3 de outubro deste ano, ser&aacute; a cria&ccedil;&atilde;o de mais de 1 milh&atilde;o de novas vagas em novas escolas t&eacute;cnicas, com cursos de um ano e meio de dura&ccedil;&atilde;o, de n&iacute;vel m&eacute;dio, por todo o Brasil. Mas essa contradi&ccedil;&atilde;o, da exist&ecirc;ncia de empregos e da falta de qualifica&ccedil;&atilde;o para eles, associada ao ex&eacute;rcito de desempregados em nosso pa&iacute;s,&nbsp;tamb&eacute;m precisa ser analisada sob a &oacute;tica dos baixos sal&aacute;rios oferecidos pelos empregadores e que tornam essas vagas desinteressantes.</p>
<p><span id="more-622"></span></p>
<p>Com o compromisso p&uacute;blico de Jos&eacute; Serra, da import&acirc;ncia que a Educa&ccedil;&atilde;o para o emprego ter&aacute; em seu governo, a distor&ccedil;&atilde;o salarial receber&aacute; provid&ecirc;ncias na medida em que o Brasil revisar os seus recordes atuais com o mais baixo investimento governamental do mundo em infraestrutura, a maior taxa de juros reais do mundo e a maior carga tribut&aacute;ria das na&ccedil;&otilde;es em desenvolvimento. Resolvidos esses gargalos, que impedem a satisfa&ccedil;&atilde;o das nossas necessidades e preenchimento de nossas esperan&ccedil;as, o pa&iacute;s ver&aacute; o crescimento da sua economia.</p>
<p>N&atilde;o &eacute; a primeira vez que escrevo sobre essas car&ecirc;ncias do Brasil e das estat&iacute;sticas preocupantes com o n&uacute;mero de trabalhadores exclu&iacute;dos dos efeitos ben&eacute;ficos da prosperidade e do crescimento econ&ocirc;mico nacionais. Os avan&ccedil;os tecnol&oacute;gicos mundiais e a influ&ecirc;ncia deles na vida dos setores produtivos exigem preparo dos jovens, trabalhadores, desempregados, de todos os n&iacute;veis sociais e de forma&ccedil;&atilde;o educacional e profissional.</p>
<p>Serra atinge de maneira certeira o alvo do Brasil menos desigual para todos. Realmente &eacute; de fundamental import&acirc;ncia priorizar um amplo programa nacional de qualifica&ccedil;&atilde;o para o emprego, inclusive prevendo a multiplica&ccedil;&atilde;o de cursos de qualifica&ccedil;&atilde;o mais curtos, para atualiza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores da ativa e tamb&eacute;m para os desempregados. E, nesse cen&aacute;rio, cabe tirar do papel id&eacute;ias e programas como o &quot;meu primeiro emprego&quot;, para os adolescentes e jovens que saem do ensino b&aacute;sico despreparados para ingressar no mercado de trabalho.</p>
<p>Hoje crian&ccedil;as e adolescentes s&atilde;o beneficiados com a compensa&ccedil;&atilde;o financeira do programa Bolsa Fam&iacute;lia. Na travessia da adolesc&ecirc;ncia para a juventude observamos um vazio que poderia ser coberto pela Bolsa Fam&iacute;lia, dando uma ajuda de custo para os jovens cujas fam&iacute;lias dependem desse programa, enquanto eles se sentissem inventivados em participar de cursos profissionalizantes com vistas ao primeiro emprego.</p>
<p>Pesquisas recentes, como a realizada pela Manpower, uma consultoria internacional de recursos humanos, reafirmam que n&atilde;o faltam empregos e que o grande problema dos setores produtivos e de presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os &eacute; a car&ecirc;ncia de qualifica&ccedil;&atilde;o. Cerca de dois ter&ccedil;os dos empregadores brasileiros n&atilde;o encontram m&atilde;o de obra qualificada para preencher vagas existentes.</p>
<p>Nosso pa&iacute;s n&atilde;o &eacute; o mais defasado nesse quesito. O Brasil perde apenas para o Jap&atilde;o, de acordo com esse levantamento da Manpower: dos 35 mil empregadores ouvidos em 36 pa&iacute;ses, 64% dos empregadores brasileiros responderam que t&ecirc;m dificuldade em preencher as vagas, enquanto no Jap&atilde;o a queixa foi de 76% do total. A m&eacute;dia dos pa&iacute;ses consultados &eacute; de 31% dos empregadores.</p>
<p>&Eacute; evidente que com Jos&eacute; Serra na presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica vamos virar uma p&aacute;gina na hist&oacute;ria da economia brasileira, aumentando a nossa capacidade de produ&ccedil;&atilde;o e renda. Um pr&oacute;ximo governo focado em empreender mais vagas e cursos profissionalizantes, disposto&nbsp;evitar um apag&atilde;o de trabalhadores capazes para tarefas da sua pr&oacute;pria sobreviv&ecirc;ncia e desenvolvimentistas, s&oacute; pode ser um governo que far&aacute; muito mais pelo Brasil.</p>
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